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How a sport gets invented on purpose

Kickboxing has a documented beginning, which almost no combat sport does. Osamu Noguchi coined the word in 1966 to sell a Japanese answer to Muay Thai. Americans built a separate above-the-waist version and found out in 1988 what it had left out. The Dutch turned a mechanical insight about leg kicks into the most influential training method in the sport. K-1 put all of them in one tournament and wrote the rulebook everyone still uses. Read it in order — the argument only works chronologically.

Origins

  1. 1965

    Savate: o código que o kickboxing nunca precisou

    O boxe francês era um esporte de combate codificado com luvas, categorias de peso e um circuito competitivo muito antes de alguém pensar em combinar karatê com boxe.

  2. 1966

    Osamu Noguchi e a invenção do kickboxing

    A palavra e o esporte foram ambos cunhados no Japão, por um promotor de boxe e um karateka que havia assistido ao Muay Thai e questionou como seria uma versão japonesa.

  3. 1969

    Kyokushin e o compromisso do knockdown

    Mas Oyama queria karate de contato total sem luvas, e a única maneira de conseguir isso era proibir socos na cabeça — uma troca que moldou uma geração de kickboxers.

  4. 1978

    Toshio Fujiwara e o primeiro título estrangeiro no Rajadamnern

    Um lutador japonês conquistando um título dentro de um estádio de Bangcoc resolveu a questão da credibilidade de forma mais decisiva do que qualquer alegação promocional poderia.

  5. 1979

    Sanda e as projeções que ninguém mais manteve

    A China construiu seu código de striking de contato pleno em torno da luta livre, produzindo o único grande sistema de regras de kickboxing onde derrubar um oponente no chão pontua.

American era

  1. 1974

    A PKA e o experimento americano acima da cintura

    Os karatecas americanos migraram do point-fighting para o full contact e escreveram um regulamento em torno do que já podiam fazer — uma decisão que moldou e, eventualmente, limitou toda a cena.

  2. 1988

    Roufus contra Changpuek: a noite em que o chute de perna chegou à América

    Um excelente campeão americano enfrentou um lutador tailandês sob regras que permitiam chutes de perna, liderava nos pontos e, em seguida, não conseguiu mais ficar em pé.

Dutch era

  1. 1976

    Jan Plas, Kurosaki e o nascimento da escola holandesa

    A escola mais influente do esporte começou com um holandês treinando no Japão e trazendo de volta não um conjunto de técnicas, mas uma maneira de organizá-las.

  2. 1983

    Rob Kaman e a prova de que o método holandês funcionou

    Antes da existência do K-1, um lutador do Mejiro foi à Tailândia repetidas vezes e venceu, razão pela qual a escola holandesa chegou ao K-1 já acreditando ser a melhor do mundo.

Institutions

  1. 1976

    WAKO, o código amador e a questão olímpica

    A organização com, de longe, o maior número de participantes é aquela que a maioria dos fãs não conseguiria citar, e é a única vertente do kickboxing com uma rota plausível para o programa olímpico.

K-1 era

  1. 1993

    Kazuyoshi Ishii funda a K-1

    Um promotor de karatê Seidokaikan decidiu resolver qual arte de striking produzia o melhor lutador, e ao resolver esse problema, escreveu o livro de regras que quase todo o kickboxing moderno ainda usa.

  2. 2000

    Golden Glory, Chakuriki e a academia como unidade de competição

    Durante uma década, a pergunta útil não era qual país produzia os melhores kickboxers, mas qual academia, e um punhado de academias holandesas fornecia a maior parte do elenco do K-1.

  3. 2002

    K-1 MAX e a melhor divisão que o esporte já teve

    O torneio de pesos mais leves produziu lutas melhores do que o Grand Prix de pesos pesados que o financiou, e tornou a disputa entre Tailândia, Holanda e Japão a trama central do esporte.

  4. 2004

    Buakaw no MAX: Muay Thai sem o clinch

    Um campeão do Lumpinee venceu o K-1 MAX duas vezes ao descartar cerca de metade do que faz o Muay Thai funcionar, o que é a melhor demonstração do custo da regra do clinch.

  5. 2005

    Semmy Schilt e o problema do homem de dois metros

    Quatro títulos de Grand Prix vieram de um lutador cuja principal arma era um chute frontal, o que nos diz algo desconfortável sobre o quanto o alcance importa sob as regras do K-1.

Transition

  1. 2011

    O colapso do K-1

    A organização que construiu o kickboxing moderno ficou sem dinheiro, e o esporte passou dois anos descobrindo se poderia sobreviver ao seu próprio fundador.

Modern era

  1. 2009

    Giorgio Petrosyan e a defesa como estratégia de pontuação

    O kickboxer mais admirado tecnicamente da era moderna construiu um registro quase invencível ao não ser atingido, expondo assim o que o sistema de pontuação recompensa.

  2. 2012

    GLORY consolida o cenário europeu

    Várias promoções europeias se fundiram em uma única marca global exatamente no momento em que a K-1 falhou, e endureceu o regulamento para a televisão de maneiras que mudaram a aparência das lutas.

  3. 2013

    Rico Verhoeven e uma década no topo de uma divisão menor

    O reinado mais longo de peso-pesado na história do esporte foi construído sobre condicionamento físico sob um regulamento que pune o descanso — e em uma divisão com muito menos profundidade do que a que a substituiu.

  4. 2015

    As divisões femininas e as promoções que finalmente as pagaram

    As mulheres já lutavam sob essas regras desde a década de 1970; o que mudou recentemente não foi a participação, mas sim se existia uma estrutura profissional para competir dentro dela.

  5. 2018

    ONE Championship e a arbitragem como escolha de design

    Uma organização de artes marciais mistas adicionou o kickboxing e publicou uma filosofia de arbitragem que recompensa deliberadamente o dano que encerra a luta em vez de pontos acumulados.